TAG: Conhecendo cada blogueiro

Respondendo, agradecendo, indicando e continuando a TAG do blog FELICISSES

Esse post, provavelmente, ficará meio fora do tema deste blog, mas eu queria colocar essa TAG, não só por esse blog ter sido indicado, mas como uma forma de mostrar minha enorme gratidão por Thais Felicia ter pensado e chamado o meu blog para continuar essa TAG.

Então vamos lá! Vamos fazer a primeira TAG neste blog (estou ansiosa e espero não fazer nada de errado – se eu fizer, é só dizer que corrijo – essa realmente é minha primeira TAG)!

 

1-Qual foi a sua primeira opção de plataforma quando pensou em criar um blog? O que lhe chamou mais atenção?

WordPress foi a primeira para este blog, pois há alguns anos já tinha feito no blogger um blog com parceria com minha cunhada e queria experimentar agora como era utilizar o WordPress. Gostei tanto que já criei até um novo blog com um propósito mais pessoal também aqui na WordPress (Diário de uma borboleta).

 

2-Você está satisfeito(a) com o WordPress? Por quê?

Estou muito satisfeita! Adoro os layouts disponibilizados e achei, em geral, mais fácil de aproveitar todas as suas ferramentas disponíveis. Estou fazendo muitas amizades aqui também, conseguindo acompanhar melhor os blogs e participar deles sempre que possível.

 

3-Por que quis criar um blog? Sempre teve essa vontade?

Adoro criar blogs, não sei bem o porquê. Já tive fotolog (na minha adolescência), depois fiz um blog com minha cunhada e agora tenho dois blogs ativos (este e o diário) aqui na WordPress. Penso que é porque acho muito gostoso dividir minhas experiências enquanto também participo e conheço novos blogs.

 

4-O que você mais gosta em seu blog?

Dos meus seguidores e de poder estar ajudando alguém de alguma forma, nem que seja para escolher a sua próxima leitura.

 

5-Consegue postar com frequência?

Não, pois, às vezes, estou com bloqueio literário ou demorando a ler um livro. Entretanto, estou tentando mudar e aumentar minha frequência, tentando trazer novas postagens além das resenhas de minhas leituras.

 

6-Quais tipos de conteúdos gosta mais de abordar?

Sobre as minhas leituras e a experiência que tive com cada uma delas.

 

7-Você interage muito com outros blogueiros? O que acha bacana quando lê posts de outros blogs?

Eu tento interagir o máximo possível! Sou meio introspectiva e insegura em me relacionar com as pessoas, porém adoro conhecer novos blogueiros e ler seus posts. Gosto muito de ler novos conteúdos e opiniões. Há muitos blogueiros talentosos e é uma honra ter conseguido acessar e interagir com pelo menos uma parte destas pessoas maravilhosas.

 

8-Como é a elaboração de suas postagens? Segue algum tipo de “ritual”?

Preciso fazer a resenha o mais rápido possível depois de ter terminado o livro, assim o conteúdo ainda está fresco em minha cabeça. Muitas vezes também faço umas notas sobre os aspectos que mais me chamaram atenção na minha leitura ou sobre novas ideias de postagens aqui para o blog.

 

9-Que tipo de música gosta de escutar? Indique uma para os seus amigos blogueiros.

Putz… Aquelas que mexem comigo, que trazem minhas emoções a tona, que falem comigo de alguma forma… normalmente aquelas mais puxadas para o rock, pop ou folk, mas isso depende muito.

Uma música que indico… Try da P!nk

 

 

 

 

10-Qual o seu gênero favorito de filme? Indique aí também!

Meu gênero favorito é fantasia ou aquela comédia romântica bem besta que me faz chorar de emoção em seu final.

Um filme que indico é Stardust – O Mistério da Estrela

 

 

 

Blogs Indicados (Dez)

(Vou colocar aqui os que eu mais indico para conhecer, se eles quiserem continuar a TAG, melhor ainda ❤ – só coloquem o crédito da criação da TAG para a Thais Felicia)

Que amor maravilhoso é esse

Além do Livro

NO CASO UMA BOOKAHOLIC

Bastidores da Escrita

Olhar O Mundo Diferente

Caos Café e Livros

Capítulo 1

DELFOS

MULTIDIMENSÕES DE UM DESPERTAR

 

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Kafka à beira-mar

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Informações gerais: escrito por Haruki Murakami, lançado pela editora Alfaguara. Ficção – romance japonês.

Sinopse (retirada da parte de trás do livro): “Kafka à beira-mar é um dos romances mais ambiciosos do escritor japonês Haruki Murakami. Centrado na jornada de dois personagens em busca de autoconhecimento, é um livro imaginativo, com referências que vão do mundo pop às tragédias gregas.
Kafka Tamura é um solitário menino de quinze anos que decide fugir da casa do pai para escapar de uma terrível profecia, além de tentar encontrar sua mãe e irmã, que partiram quando ele ainda era criança. Leva poucos pertences numa mochila e não sabe nem ao menos que rumo seguir.
Sua rota de fuga irá se cruzar, inevitavelmente,  com a de Satoru Nakata, um homem idoso que, após passar por um trauma inexplicável na infância, adquiriu estranhos poderes sobrenaturais. A odisseia desses personagens, tão misteriosa para eles quanto para nós, será pontilhada por provações e descobertas, numa das mais surpreendentes obras da literatura dos últimos anos.”

Ganhei este livro de presente do meu irmão e, um pouco depois, vi uma postagem no facebook colocando este livro num dos mais complicados de se ler de Haruki Murakami, deixando como dica começar este escritor com algum livro de contos ou outros romances de sua autoria. Contudo, mesmo morrendo de medo de se tornar uma leitura exaustiva para mim, já que seria minha primeira leitura de Murakami, decidi ao menos tentar ler este livro e, qualquer coisa, o largava e começava pelas obras consideradas mais leves. No fim consegui terminar esse livro com louvor, tendo certeza de que não entendi tudo o qual Haruki Murakami estava expressando neste romance, mas sendo uma leitura gostosa e repleta de surpresas.

O livro começa com Kafka Tamura conversando sobre o menino Corvo sobre sua fuga da casa do pai e as preparações planejadas a realização deste acontecimento. E já nesta conversa levei uma lição de moral. Neste primeiro diálogo o menino Corvo fala da necessidade de sermos corajosos para enfrentarmos a tempestade de areia que é ir em busca de nosso autoconhecimento, pois o ato de fugir não levará a nada se não irmos atrás de nossa essência e ganharmos consciência de nossas atitudes. Se não soubermos quem somos, não temos como seguir o destino o qual nos mais atraí. Ou seja, esse trecho já afastou um pouco o meu medo de eu não gostar do livro e me trouxe uma maior vontade de me aprofundar ainda mais nesta leitura.

O livro é dividido com o ponto de vista de Kafka e com a história peculiar de um idoso chamado Satoru Nakata. Na introdução deste segundo personagem é diferente por começamos a conhecê-lo pelos fatos históricos nos quais ele foi altamente afetado.  Nakata, por ter sido vítima de um acidente altamente misterioso, tem sua vida totalmente transformada, o deixando analfabeto e com dons muito diferentes. Esse senhor, de uma outra forma, também está em busca de se conhecer e ganhar maior capacidade de lidar com o mundo a sua volta.

Enquanto ambas histórias vão sendo contadas, o livro vai sendo marcado de diversas referências a cultura POP, mitologia grega, pela cultura japonesa e muitas outras; me fazendo ter certeza de que nem de longe consegui captar todas colocadas pelo escritor. Isso não foi ruim para a leitura, deixou-a até mais interessante, porém, por ter muitos fundamentos, ao menos, da mitologia grega, há trechos no livro com imagens fortes e perturbadoras. Elas também me pareceram ter sido postas deste jeito intencionalmente por Murakami, logo fazendo parte da experiência literária proposta por ele. Todavia, garanto não ser nada tão traumatizante, mesmo me dando aquele susto e incômodo ao mesmo tempo, me deixando totalmente confusa por alguns segundos.

Kafka à beira-mar é repleto de simbolismo, conseguindo discutir diversos temas importantes como: a responsabilidade de nossos atos, a guerra, assassinatos e, até mesmo, abordando muitas vezes a espiritualidade. Murakami mais de uma vez reforça a necessidade de se autoconhecer, de possuir imaginação e se realizar com aquilo que lhe preenche a alma. Devo confessar que amei essas partes do livro as quais discutem esses assuntos, me fazendo filosofar junto com o escritor e seus personagens sobre os meus atos e acontecimentos históricos marcantes a nossa sociedade.

É um livro denso, porém com uma leitura gostosa e que ao relê-lo sempre encontramos novas informações e, provavelmente, uma nova interpretação ao livro. Esta é minha primeira vez em que me encontro com uma obra de Haruki Murakami e foi minha reação sobre este livro, mas sei que muitos podem ter tido outras interpretações diferentes das minha, então, se já leu este livro e o viu de uma forma diferente comente aqui! Adorei ter lido esse livro e conhecido um pouco de Haruki Murakami…. quem sabe depois não leio outras obras dele?

 

Amor a todos ❤

O som do amor

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Informações gerais: escrito por Jojo Moyes, lançado pela editora Intrínseca. Ficção – literatura estrangeira.

Sinopse (retirada do Skoob): “Matt e Laura McCarthy são obcecados pela ideia de herdar a Casa Espanhola — uma construção malcuidada e quase em ruínas no condado de Norfolk, interior da Inglaterra, que tem um valor simbólico para os moradores locais. Para atingir esse objetivo, Laura, a mando do marido, faz todas as vontades do velho Sr. Pottisworth, o proprietário. Entretanto, como o homem nunca deixou nada por escrito, quem acaba por herdar a casa é uma parente distante, Isabel Delancey.
Primeiro violino na Orquestra Sinfônica Municipal, em Londres, Isabel tinha uma vida tranquila com seus dois filhos e o marido, mas tudo virou de cabeça para baixo quando ele morreu em um acidente de carro e deixou uma grande dívida. Sua única oportunidade de recomeço é fincar moradia na Casa Espanhola — algo que o casal McCarthy vai tentar impedir a qualquer custo.
O som do amor é um romance sobre obsessão, manipulação, segredos e paixões. Por meio de personagens carismáticos e capazes de tudo para realizar seus objetivos, Jojo Moyes mantém seu estilo inconfundível em uma brilhante história de recomeços.”

Mais um livro de Jojo Moyes lido e, até o momento, nenhuma decepção. A estória conta, principalmente, a história de Isabel Delancey, que ao perder o marido, vê a sua vida virada ao avesso e a obrigando a tomar a decisão de se mudar com seus dois filhos de cidade (de Londres para Norfolk) e ir para uma casa a qual mal conhece. Contudo, Jojo Moyes se volta para o ponto de vista de vários personagens, dando uma maior amplitude da situação que a família Delancey acabou se encontrando a ir morar na Casa Espanhola. A casa está caindo aos pedaços e, para piorar, ela é objeto de desejo e obsessão de Matt e Laura McCarthy, que estão dispostos a fazer tudo para cumprir seus objetivos.

Ao iniciar o livro, já fiquei angustiada tanto com a condição de Isabel quanto de Laura, uma por seu luto e não ter a experiência de administrar a casa; e outra por ter de ficar numa posição submissa a Sr. Pottisworth e ao seu marido, mesmo sendo vista por muitos como uma mulher impecável. As duas estão sofrendo com a dificuldade de seguirem os seus sonhos, e, a partir disso, a escritora mostra o como é mais difícil de uma mulher seguir seus desejos sem serem julgadas comparados com a de um homem. Isabel chega a ser julgada por sua própria filha por sua paixão pela música, e Laura fica sendo mal vista ou vista com pena, mais pelas atitudes de seu marido, do que pelas suas próprias ações. Isso não fazem serem perfeitas, ou 100% inocentes, mas serem uma demostração da grande diferença entre ser homem e ser mulher na nossa sociedade.

Apesar das duas estarem sofrendo, vi muita falta de empatia das mulheres umas com as outras, até mesmo as amigas de Laura, que chegam a julgar umas as outras, até mesmo a “incapacidade” de uma destas amigas manter seu marido fiel. Nesta cidadezinha tem bem essa situação de todos saberem da vida de todo mundo o qual vivem lá, sendo um ninho para fofocas e críticas da vida de cada um, piorando muito essa condição de falta de empatia feminina.

As personagens femininas também nos dá a lição de como tem uma exigências sobre elas serem perfeitas e saberem tudo quanto necessário, entre cuidar da aparência da casa, das contas,  como a cuidar dos seus filhos,estando eles sempre em primeiro plano na vida da mãe (diferente do pai). Laura já está habituada com essa responsabilidade, mas Isabel, por poder seguir por um tempo sua maior atenção a sua carreira, tendo o pai e a babá ajudando a criar os filhos quando ela não podia por culpa de seu trabalho, não estava habituada com o lugar visto de maternidade imposta pela nossa cultura. Para piorar, o marido de Isabel, Laurent, também cuidava de todas as finanças, a deixando inexperiente a lidar com isto, deixando mais complicado para ela enfrentar todas as mudanças pela morte de Laurent, somando ainda por ainda sofrer com seu luto. Isabel começa, tudo de uma vez, a ser obrigada a lidar com os julgamentos por não saber muito das coisas vistas como obrigatórias na maternidade e as consequências por ter se mantido alienada das contas, das despesas e da administração da casa  (sendo necessário muitas vezes da ajuda de sua filha).

Laura, enquanto isso, precisa muitas vezes se sacrificar para manter seu marido satisfeito e deixá-lo seguir com sua obsessão. Matt me deixa desconfortável por me fazer ser muitas vezes cúmplice de seu mau caratismo em suas ações, vendo todos mais como objetos do que como seres humanos. Ele reclama de Sr. Pottisworthm mas, para mim, tem muitos traços parecidos com o do senhor. Matt e Byron nos mostra o quanto o passado pode nos marcar pelo resto de nossas vidas e nas nossas ações, sendo necessário muitas escolher de qual forma você vai agir para conseguir enfrentá-lo.

Por fim, Jojo Moyes no joga na cara o que realmente importa e qual é o o preço quando se mantemos obcecados por tanto tempo com algo. Como uma obsessão por algo pode afetar as nossas relações e de como podemos sofrer ao continuar a alimentá-la. É um livro maravilhoso, mas assustador ao encarrarmos os pontos de vista de vários personagens e ao ver como uma idealização pode nos deixar cegos e nos fazer mudar nossa atitude. Ela me deixou questionando em vários de meus comportamentos e julgamentos, além de me emocionar muito em várias partes. Continuo ansiosa para continuar lendo os livros dela e achando a escrita dela espetacular.

 

Amor a todos ❤

Lordes dos Sith

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Informações gerais: escrito por Paul S. Kemp, faz parte do novo cânone de Star Wars, lançado pela editora Aleph. Ficção – fantasia espacial.

Sinopse (retirada da parte de trás do livro): “Anakin Skywalker, o cavaleiro Jedi, é só uma distante lembrança. Darth Vader, recém nomeado lorde Sith, está em ascensão. O aprendiz escolhido pelo Imperador provou rapidamente seu compromisso com o lado sombrio , e está preparado para uma importante missão no planeta Ryloth, para controlar uma ousada insurreição que pretende assassinar o imperador e seu braço direito. Porém,  a história da ordem Sith envolve traição e pupilos violentamente tomando o lugar de seus mestres, e Vader ainda não provou sua verdadeira lealdade – pelo menos até agora.”

O livro já começa pelo ponto de vista de Vader, com ele, ao ir colocando sua armadura, lembrando levemente de como ficou daquela forma, e, automaticamente de Obi-Wan e Yoda. Contudo, logo esses pensamentos são interrompidos para descobrir que o grupo “terrorista” de Ryloth atacou novamente e que agora o imperador planeja de ir junto com Vader para encontrar os rebeldes e seus espiões, destruindo de vez esse movimento.

O comandante desse grupo é um Twi’lek chamado Cham Syndulla, um idealista libertário, que, junto com Isval (uma ex-escrava Twi’lek) e com outros moradores de Ryloth, lutam por seu planeta ficar livre do domínio do Império. Nessa obra, então, descobri que não tem somente o ponto de vista de Vader, mas vemos também todo o trabalho de Syndulla e Isval para retirarem e acabarem com o domínio do imperador neste planeta, além do ponto de vistas de outros personagens muito importantes para a qualidade maravilhosa dessa leitura.

Uma das partes mais legais do livro para mim, foi que finalmente pude ver como Darth Vader pensa, pelo menos, no início do Império, e como ele lida com as memórias de seu passado como Anakin. Achei ele mais calmo do que nos episódios IV, V e VI, porém, já começamos a entender como ele foi se transformando cada vez mais no lorde sombrio, a quem tão bem conhecemos, de como ele foi se envolvendo cada vez mais com Darth Sidious e entrando cada vez mais no lado sombrio da Força. A relação dele e com Sidious também é mais desenvolvida, explicando melhor essa interação de mestre e aprendiz na ordem Sith, mostrando o modo que Vader reage ao imperador e como o imperador demostra maior poder com a Força para manter seu domínio sobre seu aprendiz.

Cham Syndulla e Isval também são personagens maravilhosos nesta estória. Cham tem a preocupação permanente de como atingir o Império o máximo que puder, com o menor número de mortes e com o uso mínimo de recursos possíveis.  Ele precisa, por ser comandante e principal responsável pelo movimento de Ryloth livre, ser eternamente cuidadoso em suas ações e sempre pensar na preservação dessa rebelião. Já Isval tem uma personalidade bem diferente, é uma guerreira sempre procurando se vingar do Império e libertar os escravos Twi’leks o máximo que puder, sem se importa nas consequências disto para si mesma. Ela não reflete sobre como apagar seus rastros ou em rotas de fugas, o importante é liberar sua raiva e revolta em todos os seguidores de Palpatine. A relação destes dois é, por isso mesmo, complementar, com um ajudando o outro a cumprir seus objetivos.

O livro teve uma leitura rápida e gostosa, com o meu único problema sendo eu não poder ter aproveitado tanto quanto poderia se eu tivesse assistido a série Star Wars Rebels; pois, aparentemente, há um personagem o qual realiza uma grande ligação deste livro com este seriado. Entretanto, isso não estragou a minha leitura, o livro continuou sendo empolgante, cheio de cenas de ações e de luta. Foi também uma ótima oportunidade de conhecer melhor a cultura dos Twi’leks e como é o planeta Ryloth. É uma excelente estória para todos os apaixonados por Star Wars e recomendo de bom grado.

 

Amor a todos ❤

Minhas personagens favoritas da literatura

Hoje é Dia Internacional das Mulheres que foi criado no séc XX para marcar a importância das lutas das mulheres pelo direitos iguais e por melhores condições no trabalho. Para celebrar esse dia decidi, então, fazer essa lista com as minhas personagens femininas favoritas da literatura.

  • Éowyn (trilogia O Senhor dos Anéis de J. R. R. Tolkien)

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Amo essa mulher desde que li O Senhos dos Anéis, quando eu tinha menos de 15 anos de idade, e, principalmente, no livro O retorno do rei. Ela não é perfeita, ninguém é, mas a sua perseverança de ir atrás do que quer, discutindo com todos para ir para guerra e lutar como uma guerreira, me impressionou na época e ainda me impressiona. Ela tem seu lado romântico, sensível e sua melancolia, até por viver do modo que vivia, e, ao mesmo tempo, continua a manter uma grande força em si para ir atrás de seu maior desejo o qual é lutar junto dos homens contra as forças de Sauron e proteger a Terra Média.

  • Claire Beauchamp (Saga Outlander de Diana Gabaldon)

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Amo essa personagem e um dos motivos talvez seja o motivos de muitos a acharem chata. Adoro a teimosia dela. Penso que essa personalidade teimosa a ajuda a ter coragem de voluntariar como enfermeira na Segunda Guerra Mundial e a lidar com os ingleses e escoceses do século XVIII. Claire também, não importa em que século esteja, é uma pessoa a frente de seu tempo, precisando sempre manter uma força interior para lutar contra quase todo mundo por seus direitos e pela realização de seus sonhos.

Resenha dos livros de Outlander já lidos por mim: A viajante do tempo, A libélula no âmbarO resgate no mar (parte I e parte II)

  • Elinor Dashwood (Razão e Sensibilidade de Jane Austen)

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Não poderia deixar de fora uma personagem da Jane Austen. Elinor tem uma personalidade bem diferente das duas mulheres anteriores, mas não fica para trás na sua inteligência e na sua força. Ela precisa sempre ser calma e controlada para ajudar a sua família a superar as novas dificuldades, cuidando de sua mãe e irmãs e mantendo o bom nome da família. Elinor possui os pés no chão e tenta lidar com tudo do melhor jeito possível, mesmo que isso signifique suprimir o máximo o seu amor por Edward Ferrars.

  • Door (Lugar Nenhum de Neil Gaiman)

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Acho essa personagem especial, muito bem construída e, consequentemente, com uma linda personalidade. Door é uma menina com uma habilidade incrível e mora na Londres de baixo. Quem acessa esse mundo se torna invisível e é apagado do mundo de cima, aquele conhecido por todos nós; ou seja, Door não existe, a não ser para aqueles que também vivem na Londres de baixo, já tendo que ter grande esperteza e malemolência para se manter viva. Para piorar a sua família foi assassinada e, depois disso, ela passa a sempre ficar fugindo para não ter o mesmo destino de seus pais e planejando a sua vingança.

Não tenho mais palavras para descrever essa menina, só lendo para entender como ela é o máximo.

  • Leia Organa (saga Star Wars criada por George Lucas)

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Amo essa personagem em todos os seus momentos, porém estou colocando ela aqui, principalmente por sua participação, e protagonismo, no livro Legado de Sangue, escrito por Claudia Gray. Em Legado de Sangue ela está lutando pela manutenção da liberdade da galáxia por via da política e da democracia, precisando de muita força para ser escutada e defender seus princípios em meio de um senado repleto de egoístas e jovens os quais não viveram na época do Império. Além disso, ela está longe de seu filho, que já está sendo treinado por Luke Skywalker , e meio afastada de Han Solo,  se sentindo muitas vezes sozinha ao ter de enfrentar certos desafios, mas sem nunca desistir de sua luta pelo o que considera o melhor para a galáxia.

Resenha de Legado de Sangue.

 

Então, essas são umas das minhas personagens favoritas, algumas decidi não colocar na lista porque seria spoiler de alguma obra, porém isso não diminui em nada o amor que tenho por estas colocadas neste post. E aí, quais são as suas personagens favoritas?

Espero que tenham gostado dessa lista.

Amor a todos ❤

Saúde perfeita: um guia para integrar corpo e mente com o poder da cura quântica

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Informações gerais: escrito por Deepak Chopra, lançado pela editora BestSeller. Saúde – medicina ayurvédica.

Sinopse (retirada do Skoob): “Quase vinte anos após o lançamento da primeira edição de Saúde perfeita, Deepak Chopra presenteia o leitor com uma edição revista e atualizada deste que é um dos seus maiores best sellers mundiais. Reconhecido pelo pioneirismo ao abordar o tema do poder de cura da mente, Saúde perfeita baseia-se nas práticas do Ayurveda, a medicina tradicional indiana, que toma como princípio básico o equilíbrio entre corpo e mente. Nesta edição, Chopra propõe novas técnicas de massagens e exercícios de meditação desenvolvidos em seu centro de medicina ayurvédica e apresenta as pesquisas mais recentes sobre a eficácia das terapias alternativas. Ao seguir o programa proposto pelo autor, o leitor aprenderá a superar as limitações da doença e do envelhecimento, garantindo uma saúde perfeita.”

Ganhei este livro de meu pai, pois estava muito interessada em conhecer mais sobre a filosofia Ayurveda e como usá-la para melhorar a minha saúde tanto física quanto emocionalmente. Fiquei temerosa de ser um livro chato de se ler, com uma leitura devagar, mas, graças, me enganei, a escrita, até mesmo por ser para leigos como eu, é bem dinâmica, cheias de exemplos de casos médicos e com o autor sempre tentando dialogar com seu leitor. A impressão do livro também ajuda bastante, com o livro tendo páginas amareladas e um letra de tamanho grande, bastante confortável para minha vista.

Saúde perfeita tem como foco desmistificar a ideia de que é natural ficarmos doentes e envelhecermos, utilizando a sabedoria dos antigos mestres ayurvedas, e os conhecimentos atuais da medicina e da cura quântica para fazer isto. Contudo, não espere ser um livro com uma super gama de informações  sobre a medicina Ayurvédica, com muitos conceitos e ensinamentos. Ele é um livro mais introdutório e para pessoas conhecerem melhor sobre esta arte. A leitura é suave e com o real propósito de nos ajudar a conhecer nosso próprio corpo e com dicas para melhorar a nossa saúde.

O livro possui um sumário muito bom, dividindo a leitura em partes. A primeira parte é Um lugar chamado saúde perfeita, que é usado basicamente para nos apresentar a ideia de termos um local  em nós onde somos livres das doenças e da morte. Essa primeira parte também nos ajuda a conhecer qual é nosso tipo de corpo e nos ensinar alguns conceitos básicos da medicina Ayurvédica. A parte dois: O corpo humano mecânico quântico já começa a abordar mais sobre a cura quântica, aprofundar mais sobre como cuidar de nossa saúde pelo ponto de vista Ayurveda e apresentar novos conceitos e métodos. A última parte, Viver em sintonia com a natureza, é a mais chata de se ler, por ser cheias de listas e descrições de exercícios, é nela que Chopra nos dá várias dicas mais detalhadas de como melhorarmos nossa rotina, nossa alimentação e de quais exercícios são melhores para nosso tipo de corpo e para nos mantermos equilibrados e felizes.

É um excelente livro e gostei muito, porém não pude deixar de ter algumas queixas com o estilo de escrita de Deepak Chopra. A minha principal crítica negativa é a mania dele de sempre quando tem a oportunidade, normalmente nas descrições de casos, fazer um grande comercial de seu instituto no Estados Unidos. O escritor fala disso incontáveis vezes e em sua maioria desnecessariamente, tornando algo até mesmo hilário, na minha humilde opinião. Outra crítica é o fato de em nenhuma parte da capa do livro é citado que ele tem como base a medicina Ayurvédica, podendo afastar muitos leitores em potenciais, os quais, igual a mim, busca conhecer melhor sobre essa abordagem. Por último, considerei o escritor meio rígido em certas dicas, não conseguindo passar tão bem a liberdade que a filosofia Ayurveda dá para a individualidade de cada um, o autoconhecimento, intuição, que cada um já tem sobre o seu corpo.

Apesar dessas minhas reclamações achei um livro muito útil e gostoso de ler, cheio de aprendizados e dicas válidas para melhorarmos nosso dia a dia, nossas interações com a natureza e respeitarmos mais o nosso amado corpo. Seguirei várias dicas dadas por Deepak Chopra, porém não deixando de seguir minhas intuições. Dou a dica para lerem, mas livremente, não seguindo nada ao pé da letra, e, sim, respeitando também o conhecimento que você já tem do seu corpo. Se gostar muito dessa filosofia, recomendo procurar um médico ou um terapeuta dessa área para lhe ajudar a segui-la sem ter o perigo de você fazer algo que lhe cause, sem querer, mal a sua saúde.

 

Amor a todos ❤

O guerreiro pagão

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Informações gerais: escrito por Bernard Cornwell, livro sete das Crônicas saxônicas, lançado pela editora Record. Ficção – ficção histórica.

Sinopse (retirada do Skoob): “Após um incidente envolvendo um abade, Uhtred, um dos últimos senhores pagãos entre os saxões, se vê atacado pela Igreja e por seus seguidores. Sem suas terras e com poucos homens, tudo que lhe resta é colocar um ousado plano em prática: recuperar Bebbanburg, a fortaleza onde cresceu e que foi tomada por seu tio. Porém, o que Uhtred não sabe é que sua missão pessoal vai colocá-lo num ardil capaz de reacender o confronto entre saxões e dinamarqueses, que pode selar de uma vez por toda o destino da Britânia e de sua rivalidade com Cnut.”

Antes de começar de fato essa resenha, peço desculpa por esse blog começar pelo livro sete das Crônicas saxônicas,  já que os seis outros primeiros eu li antes de criar esse blog. Agora, com o pedido de desculpas já feito, sinto-me livre para retornar a minha programação normal.

O guerreiro pagão começa sua estória com Uhtred precisando sobreviver em um momento uma paz longa entre os saxões e dinamarqueses. Isto o obriga a ter de gerenciar o trabalho de cuidar de suas terras, da colheita e das famílias dos seus homens. Além dele não gostar nenhum pouco da ausência da guerra e dessa ociosidade, as quais atrapalham muito o seu sonho de conquistar Bebbanburg, Uhtred acaba matando um abade, fazendo que quase todos os saxões se virem contra ele e praticamente o expulsem da Mércia. A partir deste momento o livro começa a contar mais uma parte da história sobre a criação da Inglaterra e da empolgante estória de nosso guerreiro pagão favorito, Uhtred.

No início do livro fiquei um pouco confusa por alguns motivos. O primeiro foi positivo, foi por uma expectativa de quando a estória de Uhtred iria inevitavelmente se  unir novamente com os sonhos do falecido rei Alfredo de juntar todas as tribos saxãs e criar um único país. Como  Uhtred foi rechaçado pelos saxões, ele precisa se afastar da Mércia e cria a louca ideia de reconquistar Bebbanburg com pouquíssimos recursos e homens, fazendo-o se afastar por um período dos reis de Mércia e Wessex, de sua amada Æthelflæd e, consequentemente, da parte histórica do livro.

O outro foi por minha culpa, por eu ter demorado muito para comprar a continuação do Morte dos reis (o livro seis dessa saga), tive certas dificuldades lembrar de certos personagens e dos acontecimentos ocorridos nos livros anteriores. Isso não atrapalhou no ritmo da leitura ou no entendimento geral da estória, pois, quando era um fato muito importante, o autor dava uma leve relembrada por meio das memórias de seu personagem. Contudo, eu ainda desejava e lutava para lembrar dos detalhes desses acontecimentos, às vezes, não conseguindo e ficando muitas vezes meio frustrada.

O guerreiro pagão, mesmo com essas minhas dificuldades, foi para mim uma leitura maravilhosa. Bernard Cornwell continua abordando de forma leve sobre as religiões da época, principalmente a católica, me lembrando muitas questões atuais. Ele mostra o grande poder da Igreja com o reinado, influenciando tanto os regentes como a população. Demostra também a importância das profecias e preságios pode ter para nós, possibilitando muitas interpretações, e podendo nos dar a confiança necessária para realizar algumas ações e decisões. Além disso, o escritor continua descrevendo de forma maravilhosa como era os combates e batalhas do século IX e X, as diferentes estratégias e as emoções presentes nas pessoas tanto antes da luta quanto no durante e depois. Muitas vezes, dependendo do modo como é descrito essas partes, elas me deixam entediada ou com uma leitura cansativa, mas Cornwell consegue deixar seu livro interessante e empolgante até o final da leitura.

A minha personagem favorita neste livro foi Æthelflæd, ela é uma personagem feminino repleta de força, coragem, teimosia e inteligência. Ela me diverte bastante em vários momentos os quais xinga alguém de idiota, mostrando ao mesmo tempo o amor que tem por Uhtred e o seu povo saxão. Æthelflæd possui uma grande fé e confiança em seu povo e em seu amante, não deixando espaço para eles terem medo ou dúvida sobre a luta contra os dinamarqueses.

Este livro foi espetacular! Mesmo não conseguindo lembrar muito dos livros anteriores, sei que nenhum deles até o momento tinha me feito chorar. Entretanto, este, principalmente em seu final, me emocionou tanto que não pude conter algumas lágrimas. É uma honra para mim poder seguir essa grande saga de Uhtred em suas lutas, suas amizade e seu amor por sua terra, Bebbanburg, e por sua família. Não tenho nenhuma crítica a esse livro ou a essas maravilhosas crônicas saxônicas. Estou ansiosa para ler os próximos livros.

 

Amor a todos ❤